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Naming: O nome frente a marca e seu universo

Você já ouviu falar em naming? Caso a resposta seja “não”, a gente esclarece para você: O naming nada mais é que o nome da marca. O principal e mais básico elemento na identificação de uma empresa. É através dessa figura que as pessoas fazem o link entre um conjunto de significados que são estabelecidos ao longo do tempo com o nome em questão.

Vamos fazer um jogo: Qual o nome da marca que vem automaticamente à sua mente quando citamos: cor vermelha, ondas brancas, Papai Noel, urso polar e garrafa de vidro. Se você é civilizado, dificilmente não pensará instantaneamente na Coca-Cola.

O simples conjunto de letras que forma o nome dessa marca tem o poder de resgatar todo o imaginário construído em torno dela. E por essa razão, o naming é um dos elementos de expressão mais importantes para a construção de uma identidade de marca.

Como ter certeza do nome certo para o meu negócio?

O projeto de construção de nome, o naming, contribui para posicionar uma marca corretamente no mercado, além de facilitar a comunicação com o público. 

Criação estratégica

A criação do nome de uma empresa ou marca não deve ser subestimada, afinal, esse será o nome que as pessoas relacionaram ao seu negócio por todo seu ciclo de vida. Escolher uma palavra qualquer para carregar todos os significados que você irá construir pode ser um tiro no pé. O naming mal construído pode repercutir de várias maneiras, trazer percepções negativas e causar confusões. Opte por um nome fácil de lembrar. Em geral, nomes curtos com até 3 sílabas funcionam melhor.

Distinção e associação

Seja lembrado por merecer. Não corra o risco de causar confusão com marcas de terceiros. Além disso é importante que haja espaço para associações positivas que reforcem a essência do seu negócio. Nesse caso é importante analisar as percepções negativas que o nome pode ter no segmento que você atua.

Pronúncia (e sonoridade)

Faça um estudo do seu público-alvo, afinal, é importante que os clientes consigam pronunciar com naturalidade ou serem facilmente ensinados a fala correta do nome. Se este for muito difícil, não vai funcionar. Quer um exemplo na prática? O chocolate Lollo sofreu um rebranding no início dos anos 1990, trocando o nome para “Milkybar”. A troca não deu muito certo e o chocolate saiu das prateleiras. Em 2015 a Nestlè relançou o produto com seu nome original, “Lollo”.

Proteção

É necessário fazer o registro da marca junto ao INPI para protegê-la integralmente. Quando registrada, a marca tem proteção legal e pode ser usada única e exclusivamente por seu proprietário. Isso evita que qualquer concorrente utilize sua marca indevidamente ou crie cópias semelhantes. Para o registro, evite nomes descritivos, que sugerem o tipo de produto ou categoria pois são mais difíceis de registrar no Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

Na prática, temos alguns bons exemplos que foram criados aqui na DG5. Entre eles o Pulse Coworking e a Clínica Hamâni.

O conceito desenvolvido para o Pulse Coworking foi tão certeiro que inspirou toda a identidade do espaço da empresa. O nome marca e é fácil de lembrar – pulsa e inspira a todos envolvidos.

Já Hamâni tem sua origem na cultura africana e significa harmonia, vindo ao encontro do espaço multidisciplinar oferecido.

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Ainda está com dúvida ou não sabe por onde começar? Nos mande um direct que vamos te ajudar!

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Lições de Branding com a Starbucks

A rede Starbucks não inventou o café, mas fez com ele algo que ninguém jamais imaginou possível: tornou um produto que custava 25 cents em quiosques e balcões de lanchonetes em um artigo de luxo, vendido a preços absolutamente inflacionados.

Não é por menos que a marca ocupa o 43º lugar no ranking Best Global Brands 2019, da Interbrand.

O grande nome por traz da companhia foi Howard Schultz. Ao beber, pela primeira vez o café em uma lojinha da Starbucks em Seattle, descreveu a sensação da seguinte forma:

”A nuvem de vapor e aroma pareceu envolver o meu rosto por completo. Eu tomei um gole pequeno, hesitante. Uau! Minha cabeça deu um tranco para trás, e os olhos se arregalaram. Mesmo depois de um único gole eu tinha certeza de que aquilo era mais forte que qualquer outro café que já provara na vida. Ao ver minha reação, o pessoal da loja caiu na risada. “Forte demais pra você?” Eu forcei um sorriso e sacudi a cabeça. E em seguida dei mais um gole. Dessa vez pude distinguir melhor as nuanças do sabor encorpado. No terceiro gole, fui conquistado. A sensação era de ter descoberto um mundo inteiramente novo”.

Claramente Schutz era um grande apreciador de café e fez da paixão uma grande oportunidade para surpreender e vender. Em meados de 1982, Schultz integrou ao time Starbucks e trouxe uma nova visão de negócios para ser pauta de reunião na empresa. Não muito tempo depois, ele comandava todos os processos da cadeira da presidência.

Mas afinal, que lições podemos aprender sobre Branding a partir da marca? Separamos algumas aqui e você pode conferir:

1. Uma marca pode ser mais que apenas uma marca

Marcas queridas e amadas narram e exalam mistério, sensualidade e intimidade e são reconhecidas imediatamente como sendo lovemarks. Para ser uma, é necessário focar no que você faz de melhor e encontrar meios de expandir a experiência ao consumidor e à todos que fazem parte da cadeia de produção.

2. Crie seu próprio mood

O lema da Starbucks é dar uma pausa na rotina para ler um livro, escutar uma música, bater um papo com os amigos ou abrir o notebook e conectar o wireless para trabalhar – e dar uma chance para um dos tantos produtos a base de café que a marca comercializa – em um ambiente acolhedor e moderno. O posicionamento da marca através da comunicação visual e verbal torna suas lojas únicas e proporciona aos consumidores uma experiência inigualável. Aposte suas fichas em uma identidade e siga ela em todas as vertentes da comunicação empresarial.

Foto: Créditos

3. Seja autoridade no seu segmento

Tornar um produto comum em artigo de luxo e vender como água é um grande feito e merece olhos atentos. A Experiência Starbucks é completa porque acolhe o consumidor em seu mundo autêntico e se conecta a ele de forma simples e pura, como nenhuma outra cafeteria no mundo conseguiu fazer.

4. Um bom discurso é guiado por ações

A Starbucks tem um envolvimento bem presente com a comunidade e com questões de responsabilidade social e ambiental. Mostrar interesse e praticar ações em pró desses assuntos geram confiança e credibilidade com o consumidor contemporâneo que está atento a estas questões.

Foto: Créditos

4. Surpreenda!

Além das lojas conceituais em design, a Starbucks, vez ou outra, implanta uma nova loja com alguma atração inusitada. Um exemplo disso foi a primeira loja implantada dentro de um trem, na Suíça, em meados de 2013.

Foto: Créditos
Foto: Créditos

5. Tenha um (dois, três) diferencial

Já disse o próprio Howard Schutz: “Não estamos no ramo de café para servir pessoas, mas no ramo de pessoas para servir café”. No caso da Starbucks, o ambiente tornou-se tão importante quanto o próprio café. E aí, qual é o seu diferencial?

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Invista em conteúdo e identidade de marca. Mais do que nunca, estes são pontos essenciais para criar uma experiência única e relevante na rotina do consumidor e se tornar uma Top of Mind.

Não sabe por onde começar? A gente pode te ajudar!

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O que sua marca precisa?

Toda marca tem seus fortes e suas dores e é preciso entender que não existem fórmulas secretas, mas soluções personalizadas que visam contribuir com a entrega de uma comunicação clara e condizente ao público.

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Instagram: O que priorizar no feed e nos stories.

Uma das maiores dificuldades que as empresas encontram ao criar um perfil no Instagram é manter um relacionamento efetivo com o público. Consequentemente, perdem em engajamento e visibilidade para a marca.

O erro mais comum é tornar a plataforma uma vitrine de produtos com gatilhos para vendas. O equilíbrio está em moderar esse tom e estreitar a relação com o cliente em potencial através de conteúdos relevantes.

A confiança é um resultado do relacionamento e não o contrário.

O Instagram é uma experiência altamente visual. Portanto, para sobreviver e alcançar autoridade é necessário adaptar-se ao formato.

Segundo dados compartilhados pela própria rede:

  • 60% das pessoas dizem que descobrem novos produtos no Instagram.
  • Entre 2016 e 2017 houve um aumento de 80% no tempo gasto em vídeos no Instagram.
  • 1/3 das histórias mais visualizadas são de empresas.

Confira algumas dicas do que priorizar usando as ferramentas da mídia:

Feed

  • Conteúdo de alto valor: Temas de interesse do seu público.
  • Educar e segmentar a audiência: Ser relevante em meio a tanta informação.
  • Vitrine da marca: Produtos e serviços.

Stories

  • Conteúdo rápido e interativo: Não tenha medo de usar os formatos oferecidos.
  • Bastidores de marca: Humanize o seu diálogo com a audiência.
  • Entretenimento: Crie e compartilhe conteúdos dinâmicos.
  • Aposte nos vídeos!

O planejamento de conteúdo eficiente abrange temas que são relevantes para a audiência.

A partir daí, se torna mais natural abrir uma conversa para falar sobre o seu produto. Quando esse momento chegar, sua empresa já vai ter conquistado seguidores fiéis.

O canal disponibiliza materiais completos de assistência para as empresas a se destacarem e entenderem a melhor a mídia e sua audiência.

Quer utilizar o Instagram para estreitar a comunicação e o relacionamento com o seu cliente? Entre em contato conosco!
Ligue: 55 3222.6217 ou mande um Whats: bit.ly/contatoDG5