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Queremos ser Peggy Olson

Minha experiência como redatora publicitária começou em 2012, na agência experimental da faculdade (Universidade Franciscana). Confesso que meu trabalho era péssimo, eu não fazia a menor ideia do que eu estava fazendo (jingle era meu pior pesadelo e até hoje me assombra).

Ao mesmo tempo, sonhava em ser a versão feminina do Eugênio Mohallem ou a próxima Melissa Pottker santa-mariense.

Mas a vida do publicitário não é um episódio de Mad Men coberto de glamour, confetes e doses de uísque.

Exige prática. Resiliência. Paciência. Pesquisa. O negócio é baixar a cabeça e rabiscar até o resultado esperado (sugiro sempre começar pela boa e velha folha de papel rascunho).

Por mais que as aulas e o estágio tenham sido fundamentais, só (LÁ VEM UM CLICHÊ, PORÉM MAIS REAL IMPOSSÍVEL) o mercado de trabalho ensina.

E eu tive sorte/oportunidade de aprender com muita gente.

Pode até parecer pouco tempo, mas de 2013 a 2021 passaram cerca de 84 anos (!). O Orkut morreu, Star Wars foi comprado pela Disney, trocamos os táxis e ônibus pelo Uber, o Macondo fechou as portas e estamos vivendo uma pandemia mundial.

Isso tudo (e mais) impactou na forma de fazer Redação Publicitária.

Se um dia fazíamos apenas jingles, outdoors e flyers, hoje escrevemos para a web. Adaptamos nossos textos para o Marketing de Conteúdo, escrevemos para sites e estamos aprendendo Copy (claro que o offline não morreu nem morrerá tão cedo!).

Em meio a tantas transformações na sociedade e no modo de fazer propaganda, o redator precisou se adaptar. Deixar os velhos hábitos para trás (vai dizer que não somos cheios de vícios de linguagem?) e entender como é (e está sendo) esta nova forma de escrever e se comunicar.

O fato é que, mesmo diante a tantas fórmulas prontas, gatilhos mentais e “coisarada”, o redator jamais pode esquecer de escrever com o coração, sem deixar de lado os argumentos racionais e vendáveis (já dizia NX Zero: “Entre razões e emoções a saída é fazer valer a pena”).

É ótimo ter boas referências de pessoas da comunicação que compartilham conteúdo sobre redação e Copy (só fique de olho nos empreendedores de palco). Mas não esqueça a sua origem e como tudo começou. Não se prenda a um formato único, CRIE o seu (ou seus). Crie, teste, otimize e saia do lugar comum! Não se apegue à fórmulas mágicas. Faça a sua própria mágica!

Como diria um tweet que li esses tempos: “A única certeza da vida é que um dia morreremos e que o Uber será um Sandero”.

Viver intensamente (e algumas doses de café adoçadas com paciência) é a melhor ferramenta para o sucesso de um Redator Publicitário.

❤️

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Minha experiência como redatora publicitária começou em 2012, na agência experimental da faculdade (Universidade Franciscana). Confesso que meu trabalho era péssimo, eu não fazia a menor ideia do que eu estava fazendo (jingle era meu pior pesadelo e até hoje me assombra).

Ao mesmo tempo, sonhava em ser a versão feminina do Eugênio Mohallem ou a próxima Melissa Pottker santa-mariense.

Mas a vida do publicitário não é um episódio de Mad Men coberto de glamour, confetes e doses de uísque.

Exige prática. Resiliência. Paciência. Pesquisa. O negócio é baixar a cabeça e rabiscar até o resultado esperado (sugiro sempre começar pela boa e velha folha de papel rascunho).

Por mais que as aulas e o estágio tenham sido fundamentais, só (LÁ VEM UM CLICHÊ, PORÉM MAIS REAL IMPOSSÍVEL) o mercado de trabalho ensina.

E eu tive sorte/oportunidade de aprender com muita gente.

Pode até parecer pouco tempo, mas de 2013 a 2021 passaram cerca de 84 anos (!). O Orkut morreu, Star Wars foi comprado pela Disney, trocamos os táxis e ônibus pelo Uber, o Macondo fechou as portas e estamos vivendo uma pandemia mundial.

Isso tudo (e mais) impactou na forma de fazer Redação Publicitária.

Se um dia fazíamos apenas jingles, outdoors e flyers, hoje escrevemos para a web. Adaptamos nossos textos para o Marketing de Conteúdo, escrevemos para sites e estamos aprendendo Copy (claro que o offline não morreu nem morrerá tão cedo!).

Em meio a tantas transformações na sociedade e no modo de fazer propaganda, o redator precisou se adaptar. Deixar os velhos hábitos para trás (vai dizer que não somos cheios de vícios de linguagem?) e entender como é (e está sendo) esta nova forma de escrever e se comunicar.

O fato é que, mesmo diante a tantas fórmulas prontas, gatilhos mentais e “coisarada”, o redator jamais pode esquecer de escrever com o coração, sem deixar de lado os argumentos racionais e vendáveis (já dizia NX Zero: “Entre razões e emoções a saída é fazer valer a pena”).

É ótimo ter boas referências de pessoas da comunicação que compartilham conteúdo sobre redação e Copy (só fique de olho nos empreendedores de palco). Mas não esqueça a sua origem e como tudo começou. Não se prenda a um formato único, CRIE o seu (ou seus). Crie, teste, otimize e saia do lugar comum! Não se apegue à fórmulas mágicas. Faça a sua própria mágica!

Como diria um tweet que li esses tempos: “A única certeza da vida é que um dia morreremos e que o Uber será um Sandero”.

Viver intensamente (e algumas doses de café adoçadas com paciência) é a melhor ferramenta para o sucesso de um Redator Publicitário.

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